O CAFÉ QUE EU NÃO QUERO

O CAFÉ QUE EU NÃO QUERO

O CAFÉ QUE EU NÃO QUERO

Nós amamos café, não é? Mas será que conhecemos essa bebida de verdade? Para quem aprecia a bebida e não teve oportunidade de aprender mais sobre o tema, sugiro começar com uma questão: qual café eu não quero de jeito nenhum? Sim, aquele simplesmente inaceitável?⠀

 

A primeira resposta que vem à minha mente é: um café cheio de defeitos. Os defeitos são problemas que aparecem nos grãos. Vão desde a presença de pedras, paus e vidros, a grãos furados pela broca, fermentados, verdes, chochos, com casca, com pergaminho e por aí vai. Na hora em que o café é torrado, alguns desses defeitos parecem sumir, mas, na verdade, estragam a nossa xícara, deixando a bebida mais amarga, azeda, com gosto de remédio, e podem até prejudicar a nossa saúde. ⠀

 

Por isso, um dos critérios de classificação do café leva em conta exatamente o número de defeitos por 300 g do produto. Os cafés de má qualidade podem ter até 360 defeitos em 300 gramas. É defeito que não acaba mais. O resultado é aquele café que, ao engolir, fazemos careta, de tão ruim. ⠀

 

Um bom café não deve ter defeitos. É o caso dos cafés gourmets e especiais. Sem defeitos, podemos perceber todas as características da bebida, como doçura, acidez, corpo e ricos aromas. Então um bom começo é buscar esse tipo de café. ⠀

 

Outra dica é ter um moedor e comprar o café em grãos, para moer em casa. Quando adquirimos café dessa maneira, vendo os grãos, conseguimos enxergar o produto antes de ser moído e, assim, perceber sua qualidade com mais clareza. Escolha sempre o melhor café!

 

Claudia

Claudia Bentlin é formada em Administração de Empresas com especialização em Gestão de Projetos. Sua trajetória em multinacionais e seu know-how em projetos contribuíram para a criação da torrefação e cafeteria Distinto Cafés Especiais, em Curitiba (PR), há sete anos.

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